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Professor da PUC-RIO dá nome a asteroide

PROFESSOR DA PUC-RIO DÁ NOME A ASTEROIDE

O asteroide 11465 acaba de ser batizado de Fulvio, sobrenome do professor Daniele Fulvio, do Departamento de Física da PUC-Rio. Nascido na Itália e há dois anos no Brasil, Fulvio é o primeiro professor da Universidade e primeiro profissional de sua área —Astrofísica de Laboratório — a batizar asteroide no Brasil. O professor foi indicado pela comunidade astrofísica internacional por seus estudos e trabalhos sobre as simulações em laboratório dos processos conhecidos coletivamente como “space weathering” (erosão espacial) de superfície dos asteroides. A homenagem foi anunciada na última edição da conferência internacional "Asteroids, Comets and Meteors 2017" (entre as mais importantes na área de ciências planetárias), realizada em abril em Montevidéu, Uruguai, na qual Fulvio contribuiu com uma palestra sobre os últimos resultados de sua pesquisa.

O pesquisador comenta que já foram descobertos cerca de 750 mil asteroides, mas apenas algo em torno de 21 mil têm nome. Vale ressaltar que, como Fulvio não faz parte dos cientistas observadores — aqueles que descobrem os asteroides e que, por isso, têm direito a batiza-los com seu próprio nome — para receber a homenagem, foi preciso que alguém o tivesse indicado anonimamente, dando justificativas para que fosse aceito pela International Astronomical Union, associação mundial responsável por denominar todos os tipos de corpos celestes.

NAAP no programa Ciência em Movimento

O Núcleo de Astronomia Amadora Petropolitana foi a pauta do programa Ciência em Movimento do dia 28 de março de 2017 em entrevista com Marcelo de Cicco. A divulgação científica, a participação do cidadão na ciência e descoberta do novo sistema planetário TRAPPIST foram, também, assuntos da entrevista.

Assista a entrevista em:

Observação NAAP dia 04 de março de 2017 no Rocio

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No dia 04 de Março de 2017, sábado, integrantes do NAAP foram recebidos pelo Senhor Luis Lage e sua esposa Alba, em sua casa no bairro do Rocio – Petrópolis/RJ.
Por se tratar de um bairro afastado do centro da cidade, a poluição luminosa é bem menor, o que permite um Céu bem mais rico em detalhes para a observação. No dia, apesar de algumas nuvens, o grupo encontrou boas oportunidades de observação.
Com os telescópios dos membros do NAAP Alexandre e Arthur, que se prontificaram a levar e operar os instrumentos para esta observação, foi possível ver a lua em detalhes, o Planeta Júpiter, estrelas duplas, nebulosas, dentre outras belas atrações que o universo dispõe.
Infelizmente durante alguns momentos as nuvens cobriram o céu, fato que encurtou o tempo da observação, pois não fosse esse detalhe, o grupo estava disposto a continuar observando durante toda a noite.
Apesar desse pequeno empecilho, a noite foi bem proveitosa, tanto os entusiastas da Astronomia mais novos quanto os mais experientes tiveram uma experiência incrível observando as estrelas, a excelente hospitalidade do Senhor Luis Lage e de sua esposa Alba contribuíram muito para tornar a experiência bem mais proveitosa.

Texto: Augusto Duarte

Observação do Eclipse Solar Anular na região serrana do Rio de Janeiro

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No próximo domingo, dia 26 de fevereiro de 2017, teremos um encontro no Parque Municipal de Itaipava, em Petrópolis/RJ, para acompanhar o Eclipse Solar Anular que será visível parcialmente na região Sudeste.

Contaremos com a presença do CARJ – Clube de Astronomia do Rio de Janeiro, fazendo a divulgação astronômica do evento ao público.

Compareça! Traga seu instrumento de observação e convide sua família e amigos.

2o. encontro do NAAP com observação na praça

No dia 16 de fevereiro aconteceu o 2o. Encontro do NAAP de 2017, com duas atividades: a palestra sobre – A HISTÓRIA DA ASTRONOMIA BRASILEIRA, UMA CONQUISTA DAS ESTRELAS, do prof. Carlos Ayres, Presidente do CARJ Clube de Astronomia do Rio de Janeiro e a observação pública na Praça da Liberdade.

O público que compareceu pode observar a nebulosa de Órion através do telescópio do membro do NAAP, Alexandre Fernandes. Tudo foi filmado por um cineasta que está fazendo um documentário sobre Astronomia Amadora no Brasil.

A seguir as fotos dos eventos.

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Mapa da matéria escura da região G15

A análise de um grande levantamento de galáxias, realizado pelo Telescópio VLT (Very Large Telescope) survey telescope (VST), que opera no ESO (European Southern Observatory) localizado no Chile, indica que a matéria escura pode ser menos densa e estar distribuída de forma mais uniforme no espaço do que se pensava.

Uma equipe internacional de astrônomos utilizou os dados do KiDS (Kilo Degree Survey) para estudar como a radiação emitida por cerca de 15 milhões de galáxias distantes é afetada pela influência gravitacional da matéria das estruturas com maiores escalas do universo. A princípio, os resultados do estudo estão em desacordo com os anteriormente obtidos pelo satélite Planck.

Imagem: Podemos ver na imagem algumas regiões escuras pequenas com fronteiras pronunciadas, que correspondem à localização de estrelas brilhantes e outros objetos próximos que se encontravam no trajeto da radiação emitida pelas galáxias mais distantes e que foram, por isso, retiradas destes mapas, já que nestas regiões não podemos medir nenhum sinal de lente gravitacional fraca.

Fonte: ESO

Auroras polares

Um grande buraco, que compreende quase a metade do disco solar, se abriu na atmosfera do Sol e está lançando um fluxo de vento solar em direção a Terra.

Este fenômeno é um evento comum, que ocorre de tempos em tempos, e não há motivos para preocupação. Mas, como o “buraco” coronal está voltado para o nosso planeta, o campo magnético terrestre mostrará a sua importância dentro de algumas horas, ao bloquear o vento solar e criar auroras polares magníficas.

O Observatório Solar Dynamics da NASA fotografou a estrutura gigante, que se estende da região sul e toma grande parte da área do Sol.

Essa região escura é o que chamamos de "buraco coronal", uma área onde o campo magnético do Sol se abre e permite que o vento solar escape. A sonda STEREO da NASA registrou recentemente o fluxo que flui desse gigantesco buraco coronal, e sua velocidade é muito alta: quase 750 quilômetros por segundo!

Fonte: Observatório Nacional